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Firjan defende redução do spread bancário para baratear crédito para as empresas

A redução do spread bancário (diferença entre a taxa de captação e os juros cobrados pelos bancos nos empréstimos concedidos) para diminuir o custo do crédito no país, com a ampliação de recursos para as empresas, foi defendida hoje (12) por Luciana de Sá, diretora de Desenvolvimento Econômico da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).
“A redução do spread é uma pré-condição para o barateamento do crédito ao tomador final. É importante que a [taxa básica de juros] Selic seja reduzida, mas é mais importante até que sejam tomadas medidas para reduzir o spread bancário”, afirmou.
Dentre essas medidas, disse que um pleito da Firjan se refere à redução da parcela do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) que incide sobre as empresas. Segundo Luciana de Sá, houve uma redução do IOF para o consumidor pessoa física, “mas não houve uma redução de uma forma geral para as empresas fazerem investimentos e para capital de giro”.
Além do IOF, medidas como a dilatação de prazos de pagamento de impostos poderiam contribuir para “aliviar” o setor industrial. “Mas, no que diz respeito ao crédito, o fundamental é o spread e a cunha fiscal [impostos que incidem sobre os empréstimos]”, disse.
De acordo com pesquisa divulgada hoje pela Firjan, o crédito deve continuar um obstáculo ao crescimento das empresas este ano, afetando de forma negativa 38% das indústrias fluminenses com expectativas de captar recursos no mercado.
A diretora da Firjan estima que a tendência de redução da taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) continue “mais acelerada agora”, tornando-se “mais gradual” ao longo do ano. (Alana Gandra)
Fonte: Agência Brasil.
12/02/2009