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Faturamento da indústria cresce pelo segundo mês

A informação é da pesquisa Indicadores Industriais, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O faturamento real da indústria brasileira de transformação cresceu em março pelo segundo mês consecutivo, apontou a pesquisa Indicadores Industriais elaborada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada hoje (07) em Brasília. Uma análise da série histórica da pesquisa mostra que essa é a primeira variável a passar de um cenário de contração para expansão.
No entanto, como todos os indicadores ainda apresentaram queda na comparação entre o primeiro trimestre de 2009 e o último trimestre do ano passado, a pesquisa não permite afirmar que os impactos da crise financeira internacional na indústria brasileira não se aprofundarão mais.
"É um primeiro sinal de recuperação, mas ainda não é possível dizer que o pior já passou. É preciso que esse crescimento se intensifique e interrompa as quedas das horas trabalhadas na produção e do emprego", avalia Flávio Castelo Branco, gerente executivo de Política Econômica da CNI.
Outro sinal positivo captado pela pesquisa foi o crescimento, pela primeira vez em cinco meses, da Utilização da Capacidade Instalada (UCI). Ela passou de 78,2% em fevereiro para 78,7% em março deste ano, no índice dessazonalizado, ou seja, livre das influências sazonais. Quinze dos 19 setores pesquisados tiveram aumento da UCI em março ante fevereiro no índice original. Apesar disso, a UCI continua deprimida em relação ao mesmo período do ano passado, quando estava em 83%.
A pesquisa ressalta que, tanto o crescimento do faturamento real quanto da UCI, ainda são insuficientes para afirmar que o início da recuperação da indústria está em curso, já que ambos se devem a uma fraca base de comparação e não foram acompanhados por altas nas horas trabalhadas da produção e no emprego.
O emprego na indústria registrou a maior queda em seis anos na comparação com março do ano passado. O dado recuou 2,5% nessa base comparativa. Em relação a fevereiro, o emprego em março recuou 0,7% no índice dessazonalizado. Foi a quinta queda consecutiva do nível de emprego na indústria de transformação, depois de uma trajetória ascendente que durou 36 meses.
Fonte: Confederação Nacional da Indústria.
07/05/2009