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Indústria gráfica cresceu 9,6% em dois anos

Um estudo mostra que a indústria gráfica brasileira teve crescimento de receitas de 9,6% entre 2006 e 2008. A taxa de renovação de máquinas, no setor, foi de 14% no ano passado.
A indústria gráfica nacional deslanchou com o bom momento econômico vivido pela economia brasileira entre 2006 e 2008. Cresceu 9,6% em receitas brutas, de acordo com o Estudo Setorial da Indústria Gráfica no Brasil, realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf). O estudo foi desenvolvido pelo Instituto de Estudos e Marketing Industrial (Iemi).
A empregabilidade dessa indústria avançou, no mesmo período. A taxa de crescimento foi de 7,4%, destacando-se as regiões Norte e Nordeste, onde foi mais acelerada e há menos empresas gráficas, segundo o estudo. A evolução do consumo do papel acompanhou o movimento de expansão do setor, aumentando em 9%, o que equivale ao total de 6,5 milhões de toneladas em 2008.
O diversificado e relativamente moderno parque de máquinas conta com 60% dos equipamentos com menos de dez anos de uso. Nos últimos anos, a taxa de renovação do parque foi alta, tendo ficado em torno de 14%, no ano passado. Os investimentos nesse sentido totalizaram um esforço financiado da ordem de R$ 1,6 bilhão ou 2,6% superior ao total investido em 2005.
Os impressos editoriais estão entre as linhas de produtos e serviços que mais contribuíram para o crescimento das receitas do setor, com a participação de 31% do total. Impressos promocionais e comerciais ficaram em segundo lugar, com 30%; seguidos pelas embalagens, com 28%. As indústrias em geral são a principal clientela do setor gráfico, sendo responsáveis por 35% de seu faturamento. O varejo contribuiu com 26%; as agências de propaganda com 9%; o governo com 7%; e as editoras com 6,8%.
As principais preocupações e estratégicas citadas pelas empresas gráficas pesquisadas pela equipe do Iemi apontam a direção do setor, nos próximos anos, para continuar se desenvolvendo e consolidando. Entre elas, se destacam, em ordem de ocorrência: redução no prazo de entrega dos pedidos (10,7% das empresas); aumento da verticalização na pré-impressão e no acabamento (7,5%); melhoria da qualidade do produto e do atendimento (7%); domínio da tecnologia digital na pré-impressão e na impressão (6,8%).
Em termos de exportação, 2,1% das empresas gráficas fazem negócios com o mercado externo. Dessas, apenas 0,7% atuam de forma regular nas exportações. As receitas geradas no mercado internacional geram menos de 6% do faturamento total dessas empresas. A exportação de produtos e serviços gráficos representa não mais que 2% de sua receita agregada.
(Agência Sebrae)
Fonte:ANBA - Agência Nacional Brasil Árabe.
27/08/2009