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Superávit da terceira semana de maio é de US$ 546 milhões

Entre os dias 17 e 23 de maio, terceira semana do mês, com cinco dias úteis, a balança comercial brasileira registrou superávit (diferença entre as exportações e importações) de US$ 546 milhões, com média diária de US$ 109,2 milhões. No período, as exportações somaram US$ 3,970 bilhões (média diária de US$ 794 milhões) e as importações US$ 3,424 bilhões (média diária de US$ 684,8 milhões). A corrente de comércio (soma das duas operações) chegou a US$ 7,394 bilhões, o que representou, em média, movimentação de US$ 1,478 bilhão por dia útil.
Na terceira semana, a média das exportações ficou em US$ 794 milhões, valor 5,1% menor que o verificado nas duas primeiras semanas do mês, por conta das vendas de básicos (-14,1%) – principalmente, soja em grão, carne de frango e suína, petróleo em bruto e fumo em folhas. Entretanto, na mesma comparação, cresceram os embarques de manufaturados (+6,2%) – com destaque para óleos combustíveis, óxidos e hidróxidos de alumínio, motores e geradores elétricos, celulares, veículos de carga e laminados planos – e semimanufaturados (+0,3%) – especialmente, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, alumínio em bruto, óleo de soja em bruto e ferro fundido.
O desempenho médio diário das importações na terceira semana de maio foi 0,7% menor que o registrado nas duas primeiras semanas do mês. Nessa comparação, caíram as aquisições brasileiras de aparelhos e instrumentos eletroeletrônicos, produtos químicos orgânicos e inorgânicos, instrumentos de ótica e precisão, produtos farmacêuticos e combustíveis e lubrificantes.
Mês
Até a terceira semana de maio, as exportações totalizam US$ 12,336 bilhões, com média diária de US$ 822,4 milhões. Esse desempenho foi 37,2% maior que o registrado no mês de maio de 2009 (US$ 599,2 milhões), devido aos embarques de produtos das três categorias: semimanufaturados (+63,2%) – com destaque para óleo de soja em bruto, celulose, açúcar em bruto, couros e peles, ferro-ligas e semimanufaturados de ferro e aço –, básicos (+45,1%) – especialmente, minério de cobre, minério de ferro, petróleo em bruto, carne bovina, suína e de frango, café em grão e soja em grão – e manufaturados (+21,7%) – por conta de óxidos e hidróxidos de alumínio, veículos de carga, óleos combustíveis, laminados planos, autopeças, automóveis e celulares.
Em relação a abril deste ano, quando a média diária das exportações chegou a US$ 758,1 milhões, houve crescimento de 8,5% atribuído às vendas de semimanufaturados (+21,6%), básicos (+11%) e manufaturados (+1,6%).
Nas três semanas do mês, as importações totalizaram US$ 10,321 bilhões (média diária de US$ 688,1 milhões). O valor foi 47% maior que a média diária verificada em maio do ano passado (US$ 468,1 milhões). Nessa comparação, aumentaram as compras de automóveis e partes (+67,8%), aparelhos eletroeletrônicos (+64,6%), produtos siderúrgicos (+60%), produtos farmacêuticos (+58,1%), químicos orgânicos e inorgânicos (+49%), instrumentos de ótica e precisão (+47,3%) e produtos plásticos (+43,5%).
No comparativo com abril deste ano, quando o desempenho médio diário das importações somou US$ 693,9 milhões, houve queda de 0,8%, devido a combustíveis e lubrificantes (-27,2%), siderúrgicos (-6,3%), plásticos e obras (-4,0%) e adubos e fertilizantes (-1,9%).
O superávit comercial acumulado no mês, até a terceira semana, ficou em US$ 2,015 bilhões, com média diária de US$ 134,3 milhões. Em todo o mês de maio do ano passado foi registrado saldo comercial de US$ 2,623 bilhão, com média diária de US$ 131,2 milhões. Por esse critério, o superávit cresceu 2,4%. Na comparação com abril deste ano – US$ 1,283 bilhão, com média diária de US$ 64,2 milhões – o incremento foi de 109,4%.
Ano
Nos 96 dias úteis acumulados de janeiro até a terceira semana de maio, as exportações brasileiras totalizaram US$ 66,727 bilhões, com média diária de US$ 695,1 milhões. Esse desempenho foi 26,9% maior que o registrado no mesmo período do ano passado (US$ 547,7 milhões).
As importações, no mesmo período, somaram US$ 62,538 bilhões, com um desempenho médio diário de US$ 651,4 milhões, valor 41,7% superior ao verificado no mesmo período de comparação (US$ 459,9 milhões).
O saldo comercial, no acumulado do ano, chegou a US$ 4,189 bilhões, com média diária de US$ 43,6 milhões, cifra 50,3% menor que a média diária observada no mesmo período de 2009 (US$ 87,8 milhões).
Fonte: CNI - Confederação Nacional da Indústria.
24/05/2010