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FIRJAN divulga pesquisa sobre nanotecnologia no Brasil

O Sistema FIRJAN, por intermédio da Diretoria de Inovação e Meio Ambiente da Federação, realizou a pesquisa “nanotecnologia e a competitividade da indústria brasileira”. O estudo revelou que o mercado de produtos nanotecnológicos desenvolvidos no Brasil alcançou cerca de R$ 115 milhões em 2010.
A pesquisa também demonstra que, atualmente, existem aproximadamente 150 empresas com desenvolvimento de algum produto ou prestando serviços a partir de nanotecnologia.

Financiamento para pesquisas em Nanotecnologia
Até 2007, aproximadamente 51 empresas com 72 projetos obtiveram recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa púbica vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, para o apoio a pesquisas em nanotecnologia.
Considerando o universo de empresas apoiadas pelos editais da Finep até esse ano, a FIRJAN consultou 29 empresas do segmento, ou seja, 56% do total de empresas. Os gestores foram questionados sobre a existência de projetos com base em nanotecnologia, seu estágio de desenvolvimento e possíveis benefícios econômicos.
Em sua maioria, as empresas consultadas estavam localizadas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná e Rio Grande do Sul.

Mercado em expansão e competitividade
No mundo todo estima-se que em 2010 existiram cerca de 800 produtos baseados em nanotecnologia, gerando um volume de negócios no mercado internacional de US$ 164 bilhões. Esses números indicam uma grande janela de oportunidades para novos investimentos nesse mercado.
Além do cenário econômico otimista, há a perspectiva de que os produtos desenvolvidos com base em nanotecnologia ganhem novas funcionalidades. Por esta razão, os empresários devem ficar atentos a esse mercado, que também pode garantir que seus produtos se tornem competitivos no futuro.
De acordo com o estudo publicado pela FIRJAN, para apoiar a indústria e fomentar a inovação, as políticas públicas precisam ser ajustadas. É importante que o financiamento englobe as fases de projeto de pesquisa e de inserção efetiva do produto no mercado, como, por exemplo, a ampliação da escala produzida e o marketing.
Segundo a pesquisa, também é importante criar e intensificar diálogos entre empresários, pesquisadores e agentes financeiros, criando-se novas plataformas de conhecimento e um clima favorável à execução de projetos ambiciosos e de longo prazo.
Fonte: Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro.
21/02/2011