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Perfil

Paulo César Côrtes Corsi, um Executivo. É Paulista, formado em Engenharia Eletrônica, inicialmente atuou em empresas do ramo de Transporte Urbano, há 13 anos está no Ramo Portuário, por onde tem passado vem deixando uma marca de excelentes trabalhos prestados.
Profissional técnico e dedicado veio para São Francisco do Sul ajudar a implantar um Terminal Privado demonstrou competência e desde o início de 2007 foi contratado para dirigir o Porto de São Francisco do Sul, com o desafio de melhorizar as condições de infra-estrutura do Porto, tornando-o mais competitivo, ágil, moderno, adequado às normas nacionais portuárias e ocupando o lugar que merece frente aos demais Portos Brasileiros e na Economia do País. Executivos competentes é que o Brasil precisa emergencialmente.

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Paulo Corsi você é nativo de onde?
Paulo Corsi
Sou natural de São Paulo Capital, mas estou aqui no Estado de Santa Catarina há 13 anos.

Foto: GMG
A Diretora do Portal Net Babillons, Denise Lopes Pereira, Entrevista o Diretor Presidente do Porto de São Francisco do Sul, Paulo César Cortes Corsi que expõe a situação atual do Porto.

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Como aconteceu inicialmente a sua Carreira de Executivo?
Paulo Corsi
Bem, eu me formei em Engenharia Eletrônica lá pelo ano de 78, iniciei como Engenheiro Eletrônico no Metrô de São Paulo, onde trabalhei por 10 anos e foi a partir de lá que comecei a me aperfeiçoar das técnicas específicas eletrônicas para a Área de Transportes e já na metade de minha carreira no Metrô passei a dirigir setores, atuar como Executivo de Empresas inicialmente ligadas ao Transporte Urbano e depois migrei para a Área Portuária.

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Qual foi a missão mais exigente de toda a sua Carreira?
Paulo Corsi
É difícil dizer porque são vários desafios, mas eu atuei dirigindo Empresas e Terminais Portuários, não gostaria de citar uma empresa em particular. Mas, em termos gerais as dificuldades lidando com Empresas Públicas ou que se relacione com o Poder Público é atuar como Executivo extraindo a máxima eficácia como se fosse Empresa Privada isso se deu, por exemplo, no Porto de Sebastião quando fui Presidente lá, também quando fui Diretor de uma Empresa de Transporte Urbano em São Paulo que era a CMTC, mesmo no Metrô, ou lá no Ministério dos Transportes como Diretor de Logística.
Enfim, sempre tive uma visão como Executivo e parte disso, pelo menos na área que atuei nas Empresas Públicas. É você atuar como se estivesse numa empresa Privada que é mais ágil, sem muita burocracia.

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Politicamente você fala qual Linguagem?
Paulo Corsi
Eu diria que a minha linguagem é especificamente técnica e é o que me permite na verdade prestar um apoio político, mas o que eu tenho a contribuir é a nível técnico como Executivo, como Profissional e isso me permite uma tranqüilidade na adaptação às diversas correntes e partidos, porque na verdade a minha função nessas ocasiões é prestar o melhor de mim como Executivo e isso logicamente acaba gerando dividendos políticos, então é assim que procuro enxergar a minha visão, a minha missão.

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Qual o Volume de Exportação que o Porto de São Francisco do Sul suporta mensalmente?
Paulo Corsi
Isso varia, porque o Porto de São Francisco do Sul é um Porto misto, diferente do Porto de Itajaí que tem 100% da sua movimentação container, Paranaguá tem um peso bastante importante na movimentação da Soja. O Porto de São Francisco do Sul é misto, tem a exportação da Soja e outros produtos, além dos containeres e da carga geral. Atualmente o volume anual do Porto gira em torno de 8 Milhões de Toneladas, sendo que metade disso é granel mais ou menos e metade carga geral. A avaliação mensal depende de um período de safra ou entre safra, mas em termos anuais temos esse volume em torno de 8 Milhões de Toneladas.

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O Porto de São Francisco do Sul sendo misto, gera um retorno positivo em relação aos demais Portos?
Paulo Corsi
É positivo essa diversidade, porque o Porto acaba atendendo a demanda da Região com uma maior flexibilidade. A dificuldade é que tem que se gerar infra-estrutura para cada um desses segmentos. Um Porto que é especialista na movimentação de containeres, ele projeta sua estrutura pensando só no container, se ele for granel será especialista só em granel. No nosso caso pegamos nossa estrutura e temos que dotá-la de recursos seja para granel, container ou carga geral e isso gera uma certa dificuldade e uma imprecisão na hora em que se compara portes. Muitas vezes o Porto de São Francisco do Sul é dito como o 5°. na movimentação de container, mas nós somos um Porto que movimenta além do container, o granel e a carga geral, mesmo assim o Porto de São Francisco do Sul está se configurando para atender uma demanda maior para carga geral e container então, logo mais mesmo continuando a sua operação de granel, carga solta, terá um avanço nessa classificação, de movimentação de containeres.

Foto: GMG
Mesmo passando por reformas para sua ampliação, o Diretor do Porto de São Francisco do Sul, Paulo Corsi diz que o Porto é tido como a 5°. maior movimentação de containeres no Brasil.

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Quando da visita do Presidente Luis Inácio Lula da Silva ao Porto de SFS, ele se propôs a atender as reivindicações do Governador Luiz Henrique da Silveira para expansão do Porto; essas Reivindicações foram atendidas?
Paulo Corsi
Eu diria que pelo menos no que eu posso acompanhar através aqui do Porto, o Governo Federal tem sido Parceiro em relação do Porto de São Francisco do Sul, porque as Obras estão em andamento, estão previstas, elas dependem na sua essência de Recursos Federais e é o que tem acontecido e continuam sendo programados. Eu diria que está vindo, sim, essa Parceria por parte do Governo Federal.

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Hoje o Porto de São Francisco do Sul vêm operando em sua total Capacidade?
Paulo Corsi
Sim, o Porto está já há alguns anos no limite da sua capacidade operacional, se olharmos os seus três segmentos, sobretudo, na categoria de containeres e por isso não registramos aumentos significativos de ano para ano, como de 2005 para 2006 na movimentação de containeres. Isso não significa que não cresceu, que está melhor ou pior, é que não se tem como crescer se não aumentar a infra-estrutura. Nós estamos falando de um nível de ocupação que para container que chega perto de 100%, que é absolutamente excessivo, quando se fala de uma operação desse tipo de carga.

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Quais seriam as ampliações necessárias?
Paulo Corsi
Bem, a conclusão das Obras que estão em andamento dos Berços 101, 102 e 103 que não gera novos berços, mas gera uma capacidade operacional maior; uma retro-área mais adequada onde se pode colocar mais equipamentos para movimentação de containeres e, sobretudo pela dragagem que você pode receber os mesmos Navios, mas com mais carga, então isso deve gerar um movimento maior. Depois, o próximo passo é bastante importante, que é a retificação do Berço 201 que é um berço pequeno, tem cerca de 150 metros e passará a poder receber Navios com cerca de 250 metros, o que atenderia uma gama mais realista dos Navios que hoje estão trafegando aqui na nossa Costa. Essa é uma Obra que certamente dará um impulso na capacidade operacional aqui do Porto de São Francisco do Sul.

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Em volume de Negócios, qual o mês que mais demanda exportação?
Paulo Corsi

Existe uma sazonalidade, sobretudo na safra da soja e depois pela importação do fertilizante, geralmente os nossos picos são quando os fluxos coincidem, então podemos dizer que os meses de julho e agosto são meses onde normalmente se tem um volume bastante intenso na movimentação de carga aqui pelo Porto de São Francisco do Sul.

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No que diz respeito à Importação ou Exportação, qual das duas, ultimamente, tem trazido maior crescimento para o Porto de São Francisco do Sul?
Paulo Corsi
O Estado de Santa Catarina é um Estado tipicamente exportador, nós estamos falando de uma relação de 70%, contra 30% de importação, isso dado historicamente a sua indústria que é basicamente exportadora. Então a Exportação tem essa característica, nos últimos tempos a Importação vem crescendo, mas seguramente a Exportação no caso aqui de São Francisco do Sul, sobretudo porque se tem a exportação da soja, do granel, é o fluxo mais importante.

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E na Importação qual o tipo de carga que agrega mais valores ao Porto de São Francisco do Sul?
Paulo Corsi
São equipamentos, maquinários e matéria-prima basicamente.


Questionado sobre a mudança do acesso da ALL e a duplicação da BR 280, Paulo Corsi diz que ambas Obras são de grande importância para o Porto de São Francisco do Sul, mas afirma que são Projetos para serem concluídos até 3 anos.

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Com relação à mudança do acesso da ALL, efetivamente para quando está previsto? E acerca da duplicação da BR 280?
Paulo Corsi
Isso nós não conseguiremos precisar, pois são Obras de vulto maior, sendo essas totalmente dependentes do Governo Federal. O que sei é que já está na agenda prioritária do Governo, em relação ao contorno ferroviário que será a mudança da Ferrovia, já tem providências efetivas, contratação de Empresa, o canteiro de Obras já sendo instalado, mas é uma Obra para três anos, começando possivelmente ainda este ano. A duplicação da BR 280, mais ou menos esse mesmo período, porque nós estamos na fase de Projetos, existe alternativa pelo Governo Federal que é a duplicação efetiva da 280, mas ainda não há uma programação certa e existe também a possibilidade de um Projeto integralmente feito pelo Governo do Estado de Santa Catarina que seria a implantação de Rodovia feita quase que exclusiva para o Porto, margeando a BR 280, são Projetos para daqui a dois, três anos, não antes que isso.

Foto: GMG
O Engenheiro Paulo Corsi, especializado no Exterior na Área Portuária e tendo passado por outros Portos e Terminais, é o novo Diretor Presidente do Porto de São Francisco do Sul.

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Nesses dois Projetos qual poderia estar sendo viabilizado primeiramente e qual teria uma maior importância ao Porto de São Francisco do Sul?
Paulo Corsi
Na verdade o que vier primeiro será muito bem vindo, porque nós estamos programando, de fato, uma ampliação da infra-estrutura portuária num curto prazo de um ano, um ano e meio. O Porto de São Francisco do Sul que hoje recebe 300 mil TEU's/ano poderá em um ano e meio, dois anos estar recebendo o dobro disso 600, 700 mil TEU's/ano, então o problema certamente será o acesso ao Porto, nós que temos acompanhado esses processos, na verdade, temos uma torcida produtiva para que até lá se tenha uma solução.
Acredito que a iniciativa vindo do lado do Governo do Estado sendo viável é mais rápida, porque está no controle e no âmbito do Estado e não precisa disputar as diversas prioridades que o Governo Federal e todos os demais Estados Brasileiros tem.

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A Vega do Sul, hoje, nos parece estar sendo a maior usuária do Porto, em quanto importa esse negócio?
Paulo Corsi
Na verdade a Vega é um Cliente importante, mas não o principal, está entre as empresas que mais movimentam, pois temos um Parque Industrial aqui na Região Norte do Estado de SC bem amplo, então não daria hoje para pontuar isso. A Vega do Sul tem um volume importante, as bobinas de aço na ordem de 1 Milhão de Toneladas/Ano, se o Porto movimenta 8 Milhões de Toneladas/Ano é um volume importante e significativo e muito bem vindo o retorno da operação da Vega do Sul pelo Porto de São Francisco do Sul, que passou um tempo fora daqui por questões exatamente em relação ao Porto, são estratégias da Empresa e sobretudo porque a carga da Vega do Sul está segmentada como carga geral que é o segmento que remunera mais, de forma distribuída, vamos dizer assim, utilizando a mão de obra avulsa e isso dá um impacto econômico para a Cidade melhor e importante, então é muito bom que ela esteja de volta.

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O negócio com a Vega do Sul é interessante economicamente para o Porto de São Francisco do Sul?
Paulo Corsi
Economicamente sim, socialmente sim e politicamente também, é uma empresa que está próxima daqui e logicamente o Porto de São Francisco do Sul deve ser visto pela Empresas que estão mais próximas, que é o que assegura a sobrevivência do Porto.

Foto: GMG
Paulo Corsi, diz que a Vega do Sul está entre os principais Clientes do Porto exportando as bobinas de aço na ordem de 1 Milhão de Toneladas/Ano.

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Quanto à expansão do Terminal Marítimo do TESC, como Executivo do meio, qual a sua impressão?
Paulo Corsi
É uma Obra muito importante, as possibilidades de expansão do Porto de São Francisco do Sul são reduzidas pela própria área que dispõe e pelas possibilidades de expansão dentro da Baia Babitonga, então é uma Obra muito importante que dará resultado num curto prazo. É uma Obra que será realizada com recursos privados que já estão programados, que já iniciaram; então tem um prazo contratual de 8 meses à 1 ano para estar concluído o segundo berço. Além de ser mais um berço, tem o alargamento da plataforma que será feito, que permite que se coloquem ali equipamentos, guindastes de grande porte que irão ampliar bastante a capacidade de atuação do Porto. É uma Obra bastante importante para o Porto.

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Em sua opinião o que irá gerar economicamente o novo Porto Privado – Terminal Marítimo Mar Azul para São Francisco do Sul?
Paulo Corsi
Em vista da Cidade como um todo e de toda a Região, qualquer empreendimento industrial, vamos entender o Porto como sendo uma Indústria também, gera empregos, enfim acaba empregando mão de obra local, isso por si só já é um resultado econômico importante. Será um Terminal e não um Porto, a gente às vezes confundi isso. O Terminal Privado tem um caráter privativo e específico, do lado que poderia se pensar em ser negativo, eu não acredito, com os investimentos que serão feitos no Porto, a sua ampliação, o aumento do calado que isso resulte numa fuga de carga que muitas vezes se cogita. Nós estamos falando de instalações muito específicas, com uma certa dificuldade de acesso, então desde que o Porto se aparelhe para isso ele poderá continuar certamente com o seu nível de ocupação bem elevado. Não gera nenhum tipo de preocupação específica e como empreendimento me parece muito positivo, pois acabará gerando novos empregos.

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Falando-se em fuga existe uma certa preocupação da população francisquense em relação ao novo Porto de Itapoá, pois se encontra bem próximo daqui. Ele vem a somar ou dividir em relação ao Porto de São Francisco do Sul?
Paulo Corsi
Nós estamos falando de um Porto novamente e lá em Itapoá não é um Porto, é um Terminal Privativo, assim como está surgindo lá em Navegantes um Terminal também, esse está bem ao lado do Porto de Itajaí.
Lógico que quando surgem novas instalações isso gera preocupações dos diversos setores, mas se nós olharmos historicamente o que vem acontecendo com o Estado de Santa Catarina, hoje o Estado movimenta cerca de 1 Milhão de Containeres/Ano, TEU's/Ano.
Já é o segundo movimento do País, só perdendo para Santos/SP. E se olharmos o que vem acontecendo nos últimos 5 anos, observa-se um crescimento de 15 a 20% ao ano. Isso vai continuar, senão com os 20% com um pouco menos, porque a Indústria cresce, uma Indústria local plantada aqui no Estado que depende basicamente da sua Exportação. Isso quer dizer que se você fizer essa conta o Estado de Santa Catarina precisaria para acompanhar esse crescimento de um novo Berço a cada dois, três anos e o último Berço construído no Estado foi esse do TESC há 10 anos atrás.
Então, o que deve acontecer no primeiro momento, essas novas estruturas geram alguma perturbação, algumas linhas saem de um Porto e vão para lá, mas a hora que acontece isso para alguns Portos que estão saturados assim como é o nosso caso, abre então janelas para que outros Amadores, que não estavam conseguindo vir venham, então isso se acomoda, é o que deve acontecer novamente daqui há 3,4 ou 5 anos, é uma saturação novamente. Porque você não vai conseguir manter esse ritmo de construção, são Obras muito caras. Quando você fala de um Terminal está se falando de R$ 100 Milhões à R$ 150 Milhões de Reais, e você não consegue expandir isso a cada dois, três anos. Então, em um primeiro momento pode ser que tenha alguma acomodação, o concorrente maior do Porto de São Francisco do Sul é ele mesmo, se ele se adequar e se preparar, se continuar com esse Projeto de melhoria da sua estrutura, se continuar tendo essa produtividade que é notada pelos Armadores como sendo muito boa, excelente, a qualidade da mão-de-obra avulsa que não gera avarias, enfim ele continuará certamente no jogo e com possibilidades de continuar tendo o uso máximo da sua estrutura.

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Qual a visão do Governador Luiz Henrique da Silveira, no que diz respeito ao Porto de São Francisco do Sul?
Paulo Corsi
Bem, é visível que ele considera como prioridade em seu Governo, isso se percebe pelas inúmeras visitas que tem feito à São Francisco do Sul e a cada vez as referências que faz em relação ao Porto, então se pode dizer que está certamente nas suas prioridades políticas, isso tem acontecido.


A Diretora do Portal Net Babillons, Denise Lopes Pereira, pergunta ao Diretor Presidente do Porto SFS, Paulo Corsi, também sobre os novos Terminais: TESC e Mar Azul.

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Foi dito pelo Governador Luiz Henrique da Silveira em sua posse que em Setembro de 2007 estaria funcionando o Terminal Transatlântico de Passageiros em São Francisco do Sul; efetivamente isso irá acontecer?
Paulo Corsi
É, infelizmente em Setembro acho pouco provável, porque na verdade nós estamos falando de processos que não dependem só do Porto e o Governador tem toda razão quando exige isso e até se irrita quando essas coisas não acontecem a tempo. Mas a cada fase é um passo a mais, hoje nós, finalmente, conseguimos uma autorização (todo Terminal Portuário ainda que seja
para passageiros exige uma autorização do Governo Federal, porque está dentro da área do Porto embora não seja para carga, ainda assim exige) que faltava para implantação desse Terminal, essa autorização chegou apenas o mês passado. Temos um Edital pronto que está apenas na fase final administrativa, temos a esperança que este ano já tenhamos o Terminal, ou pelos menos uma fase adiantada das Obras.
Mas está na agenda junto com o que tem que ser feito paralelamente, obtendo essa licença e agora a fase publicação do edital que já está pronto, que estará sendo publicado até setembro e aí então começa o processo de concorrência.

 

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Portal Net Babillons, 06 de Agosto de 2007.



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Diretor Presidente do Porto de São Francisco do Sul – SC
Executivo de Carreira – Área Portuária