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Perfil

Roseli Hoffmann Schmitt aparece no Cenário Nacional e Internacional de forma inteligente e dinâmica, pode-se afirmar que além de competente e especializada faz Pesquisas pertinentes sobre a Arte e a Cultura Brasileira.
Sua agenda é concorrida, além de ser Crítica de Arte, Ministra Palestras em Universidades e se dedica a Curadoria de Exposições.
Já morou na Alemanha e na Suécia onde pode aperfeiçoar seus estudos e conhecimentos, com Formação Nacional e Internacional hoje reside na Cidade de Blumenau, Estado de Santa Catarina.
Forte defensora da Arte Moderna, Roseli aposta em novos talentos com muita criatividade e genialidade e anseia por um Brasil mais culto.

Entrevista

Foto: GMG
O Diretor do Portal NetBabillons e Artista Plástico, Eros Damiam Pereira Entrevistou a Crítica de Arte e amiga Roseli Hoffmann sobre um assunto eles dominam muito bem a "Arte".

Portal NetBabillons
Roseli como é ser Critica de Arte, num País como o Brasil, que ainda não consome arte de maneira periódica, a exemplo dos europeus?
Roseli

Nesta questão nós temos que fazer algumas ressalvas. Há um consumo e uma circulação de arte muito grande nos Grandes Centros como São Paulo. É claro, que saindo do eixo Rio - São Paulo há outros eixos como Belo Horizonte, Recife , Salvador, Porto Alegre que já possuem uma circulação maior de Arte, mas não é o caso ainda do Estado de Santa Catarina. A atuação do Crítico de Arte, de um modo geral, se transferiu um pouquinho de campo, ele atua muito na publicação de livros, e sua atuação está junto a Galerias de Artes, nas Curadorias em Bienais e nos Museus também.

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Nesse sentido como você o vê o Estado do Rio Grande do Sul?
Roseli

Ele está despontando muito, não só aqui no Brasil e na Região Sul, mas eu diria na América do Sul, com a criação da Bienal do Mercosul. O Rio Grande do Sul despertou interesse não só dos Paises da América do Sul, mas também dos Estados Unidos, bem como outros Países da Europa e a Austrália. Estes países estão se voltando para o Brasil, a América Latina e isto se deve, em parte, a Bienal do Mercosul.

Foto: GMG
Quando Eros pergunta quais os critérios de avaliação de um Crítico de Arte, Roseli é clara e objetiva: "Os critérios, sempre, será primeiro, qualidade, o segundo criatividade."

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Por que o Governo Brasileiro, ainda não fez uma campanha continua para a valorização das Artes Plásticas?
Roseli

Bom, agora nós estamos entrando no campo da política (risos), eu penso que de modo geral o Brasil está numa evolução e o Mundo também, temos que considerar que o Brasil é um País novo, Estados Unidos também é novo. Por que os Estados Unidos , no campo da Arte e da Cultura se desenvolveu tanto? Porque na época da Segunda Guerra Mundial todos os Intelectuais, Físicos e Cientistas, transferiram-se para lá onde realmente teve um "bum", um salto muito grande. O mesmo não aconteceu aqui no Brasil, mas mesmo assim nós estamos andando, não a passos de tartaruga, porque isso não é verdade, nós estamos andando a passos razoáveis, enquanto que o Mundo está numa velocidade ultra sônica, digamos assim (risos). É claro que sentimos dificuldades, no entando, o Brasil tendo uma cultura miscigenada muito grande, muito diversa, com um cenário geográfico muito distinto também, tornando difícil a sua administração. As nossas prioridades são tantas, no campo social - temos tanta pobreza, falta educação para todos, qualidade de ensino e falta de cultura. Pergunto, qual é a primeira área que o governo corta quando o País está em crise? É a Cultura e depois a Educação. Infelizmente!

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As Artes Plástica no Brasil, de maneira geral, tem bom nível?
Roseli

Nós temos excelentes Artistas, o que precisamos é voltar nosso olhar para o conceito Centro e Periferia. Eu sempre digo: são duas análises. Temos excelentes Artistas no Centro do País, no Centro das Artes, isso é São Paulo e infelizmente também por falta de recursos e convivência dentro de um ambiente artístico os Artistas tem muita dificuldade. Inclusive porque isso tudo é uma sinergia, se você vive em um ambiente de arte, você respira arte 24 horas por dia, você está em um ambiente que encontra os seus pares e consegue conversar, você consegue sonhar, você consegue criar e terá um desenvolvimento melhor.

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Quando um Crítico de Arte analisa uma Obra de Arte, quais são os pontos de relevância para avaliá-la?
Roseli

Primeiro, para analisar uma Obra de Arte você demanda de um olhar crítico que se desenvolve ao longo de anos. Esse olhar crítico não se desenvolve olhando, virando páginas de livros. Há de se estar onde a Arte realmente acontece. Ir a um grande número de exposições relevantes, visitar Museus, sair do Brasil. Quanto se tem esse contato, essa participação, quanto se discute com outros críticos, buscando esse conhecimento o olhar vai apurando. Eu não vejo muita dificuldade em olhar um trabalho e dizer: "Esse é bom, aquele não é bom", mesmo nas Obras de Arte de iniciantes quando o trabalho ainda não está bom. Eu consigo identificar o potencial. É neste aspecto que entra o papel de Crítico, porque ele não faz só crítica, ele é um companheiro do Artista, ele estará ali interagindo, crescendo junto com o Artista na sua caminhada. Os critérios são o primeiro, qualidade, o segundo criatividade. Neste aspecto reside a maior dificuldade porque existe uma tendência na Arte, de Obras de Arte serem cópias de outras grandes Obras de Arte. O Artista conscientemente faz cópia, de cópia, de cópia, mas há uma razão de ser, há uma proposta. Ele está fazendo isso conscientemente, ele não está laboratoriando. O Crítico deve perceber isso. No entanto, há Artistas que vão pela tendência, pelo modismo. Estes fazem a cópia não com o intuito de denunciar alguma coisa, mas sim por falta total de criatividade, porque não são Artistas, podem ser pessoas interessadas pela arte, ou usam a arte como meio, como terapia. O Crítico pode ser um tipo de Consultor, que analisa uma Obra, faz o contato com o Artista, descobre potencialidades. Ele vê os pontos positivos da Obra do Artista e diz: "Isso aí está ótimo, esse olhar selvagem que você lançou no rosto da imagem tem um potencial enorme, você tem que explorar mais isso, tem que colocar esse figurativo, essa imagem onírica dos sonhos, esse ambiente que parece real, trabalhe em cima disso...", por exemplo. Em Curadoria, de Exposições, de uma Bienal, por exemplo, existe uma proposta, ou tema. O Crítico Curador discute aquela proposta, aquela temática junto com o Artista e desta forma a proposta vai sendo construída em conjunto, formatando o todo, o que dá uma segurança para o Artista produzir.


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Os Galeristas de Arte no Brasil normalmente usam profissionalmente o parecer crítico dos Especialistas ou isso ainda é pouco usado em nosso País?
Roseli

Sim, as Galerias procuram muito os Críticos de Arte até porque as Galerias estão funcionando com esse aspecto de Museu. Ao montar uma Exposição, uma Amostra, o Galerista chama o Crítico para fazer a Curadoria, enfim trabalha essa Exposição dentro da proposta do Galerista.

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Roseli, entre dois bons e nivelados Artistas Plásticos, um é formado e o outro é autodidata, qual poderá ser melhor avaliado?
Roseli

São iguais, porque o que conta mesmo no trabalho é a Obra de Arte produzida, se ele é Academicista ou Autodidata, se ele fez algum estudo, alguma Universidade isso não importa, vai importar o resultado final, que é a Obra de Arte.

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Como um dito bom Artista Plástico poderá vir a ser consagrado no meio artístico brasileiro?
Roseli

O Artista, ainda, vai ter que passar por São Paulo - a Grande Metrópole. Eu posso citar exemplos de alguns Artistas super novos de Florianópolis, que foram descobertos por um Curador de uma Amostra de Arte Contemporânea que veio garimpar artistas de todas as Regiões do País e conheceu esse Artista e o levou para São Paulo.

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Roseli, quais as Galerias de Arte mais fortes no Brasil?
Roseli

Eu tenho bastante contatos em São Paulo e gosto muito da Galeria da Nara Roesler, gosto da Galeria Vermelho, da Galeria Millan, da Galeria Luisa Strina e a Galeria Fortes Vilaça que estão despontando realmente. As galerias recebem artistas novos, o que eu acho bem interessante.

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Em sua opinião o que o Artista Plástico precisa para se tornar um bom Artista?
Roseli

Não parar nunca com a sua pesquisa, não seguir modismos e procurar dentro dele mesmo a sua razão de pintar, da sua criação, da sua autenticidade. Tudo isso o artista deve procurar dentro de si e não fora de si. Deixar os outros produzirem o que eles quiserem, mas ele, o artista, deve produzir o que ele pensa que é arte, aquilo em que ele acredita, buscando sempre as suas raízes, olhando o seu meio, aquilo que ele tem, qual a sua formação. Digo formação como ser humano, como gente, isso traz autenticidade e é muito visível para nós Críticos. Ao olharmos Obras de Artes, nós dizemos: "Isso é autêntico, isso é Obra de Arte!"

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Na sua opinião quais os Estados Brasileiros que mais investem nas Artes Plásticas e por quê?
Roseli

Vamos tirar um pouco o Centro, porque a gente sabe que em São Paulo e no Rio de Janeiro isso já acontece. Eu vejo Porto Alegre como um Centro que está produzindo muito; inclusive bons Artistas Nacionais que estão no Circuito Internacional são provenientes de Porto Alegre e eu vejo que ali realmente é bem forte. Recife é outro lugar que tem uma produção boa e Santa Catarina está fazendo um esforço muito grande, Florianópolis eu penso que já através do Curso de Artes e dessa ligação com a Universidade e alguns dos Professores já são colegas nossos da ABCA - Associação Brasileira de Críticos de Arte, então isso tudo faz uma ponte.

 

Foto: GMG
A Crítica de Arte, Roseli Hoffmann Schmitt, fala do reconhecimento e respeito que a Arte Brasileira vem ganhando no Mercado Internacional.


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Existe o Intercâmbio entre Instituições que contemple o Universitário?
Roseli
O que eu posso dizer da ABCA que é uma Instituição também, é que nós fazemos Intercâmbio, eu diria de conhecimento. Eu vou dar o depoimento de uma experiência minha de Curadoria de uma Exposição de Arte com duas Artistas Brasileiras, uma de Brasília e outra de Florianópolis, em um Museu na Suécia, na cidade de Halmstad: proferi a Palestra sobre Arte Brasileira e de Santa Catarina, eu conheci um Professor da Universidade desta cidade e fiz a seguinte pergunta: "A sua Universidade teria interesse em um Intercâmbio com uma Universidade no Brasil?" e ele, imediatamente, me respondeu: "Nossa, temos sim!". Ele mesmo era a pessoa para de contato. Que coincidência! (risos). Ele me falou que naquela época estava tentando há pelo menos dois anos um contato com uma Universidade na América Latina e não havia recebido nenhuma resposta concreta, eu levei o material da Universidade da Suécia à quatro Universidades de Santa Catarina: a FURB em Blumenau, a Univali em Itajaí, a UDESC e a UFSC em Florianópolis, em seis meses as duas Universidades a de Halmstad, na Suécia e a FURB, de Blumenau assinaram um convênio, isso já deve fazer uns 3 anos. Esse ano, no mês de março começou a primeira turma do Curso de Marketing, em Inglês, com validação do Certificado tanto na Suécia como aqui no Brasil. Então esses Intercâmbios existem, são possíveis e eu acho que nós temos que explorar isso o máximo que pudermos. Professores da Suécia vem com regularidade para lecionarem em Blumenau, na FURB e Professores da FURB na Universidade lá de Halmstad e esse ano nós recebemos 10 alunos da Suécia, fora os de Blumenau que já estão lá. A previsão para 2010 é receber em torno de 15 alunos da Universidade da Suécia em Blumenau.

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Como é visto o Crítico de Arte no Brasil, entre os Artistas Plásticos?
Roseli

Os Artistas, principalmente os que já estão no Circuito Internacional eles sabem, reconhecem e valorizam inclusive o papel do Crítico e até vou citar uma frase do Tunga que é Escultor, Desenhista e Artista Performático, vou aqui parafraseá-lo, ele diz assim: "O Crítico de Arte vai ser sempre um companheiro, agora, como existem motoristas de caminhão, existem motoristas de carro popular e motoristas de limusine também".

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Por que no Estado de Santa Catarina ainda não tem uma Bolsa de Arte, um lugar oficial que tenha o que há de melhor nas Artes Plásticas com atualizações dos resultados de investimentos contínuos?
Roseli

Veja bem, já tem (risos), porque já existe um movimento de constituição dessa Bolsa aqui no Estado de Santa Catarina, eu mesma já participei de algumas reuniões na qual fui convidada para ser a Curadora Oficial, então ela já está passando do sonho para a realidade.
É importante a Bolsa de Artes no Estado de Santa Catarina porque é uma forma de estar circulando e fazendo uma movimentação no Circuito Cultural e Artístico do Estado por ser justamente um Estado mais apagado, onde não acontece tanta profusão da Arte quanto em outros Estados, eu acho muito importante isso já estar acontecendo e vai movimentar muito, vai dar visibilidade para Santa Catarina, para os Artistas Catarinenses elevando o nível cultural do Estado, pois a riqueza geográfica e cultural aqui é muito grande e arte bem diversificada, muito genuína eu até diria assim, mas o que está faltando aos Artistas é justamente uma oportunidade e essa Bolsa de Artes vai dar esta oportunidade.

Foto: GMG
Roseli afirma que o Crítico deve ser visto pelo Artista como um Companheiro, que pode auxiliar e crescer junto, aperfeiçoando o que o Artista sabe fazer de melhor.

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Roseli quais são os seus Projetos futuros?
Roseli

São a publicação de dois Livros, é uma publicação coletiva de uma pesquisa, uma na própria ABCA que é a publicação de um Livro e a outra é uma pesquisa coletiva com Pesquisadores e Mestrandos organizado por uma Doutora da UDESC, Sandra Makowiecky, eu mesma estou na fase da pesquisa ainda e está sendo muito gratificante, a pesquisa é sobre Artistas Catarinenses, então para mim está sendo muito significativo. Eu escolhi pesquisar três Centros Pólo que acho bem significativos de desenvolvimento econômico e social que é Lages, onde tivemos Governadores importantes no cenário político e lá nós temos um Artista muito significativo que é o Mali Werner Filho, parente meu. Ele criou a Primeira Escola de Belas Artes de Santa Catarina, acho isso muito relevante. Outro Pólo é Blumenau, e eu escolhi Paulo Hering, que criou a Primeira Fábrica de Tintas Artísticas do Brasil, as Tintas Hering e a cidade de Itajaí por ser portuária, local de entrada da imigração do Vale do Itajaí. A escolha do Artista recaiu sobre Didi Brandão.

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Em sua opinião, por que certos bons Artistas Plásticos acabam indo trabalhar em outros serviços/empresas que nada tem com arte?
Roseli

Vários são os fatores. A Suécia e a Alemanha, Países com os quais eu tenho mais contato, possuem subsídio do Governo, já os Artistas aqui no Brasil não os possuem. Lá eles recebem salário. Como aqui existe o Salário Desemprego, lá tem o Salário Emprego para os Artistas, digamos assim. Eles não precisam pensar em como vão colocar comida na mesa, como vão pagar a luz, a água no final do mês. Essa é uma questão a ponderar.
Quantas famílias aqui no Brasil irão comprar um quadro para colocar dentro de casa? Não compram porque aqui não há essa Cultura de Arte. Ela não é valorizada a este nível. Aqui na nossa região nós verificamos que a Obra de Arte não está vinculada a um investimento, mas sim a decoração. A Arte é, na verdade, um investimento. Esse pensamento ainda é novo. Por estas razões os Artistas ainda não conseguem se manter só com a venda de suas Obras de Arte. Há também o Artista que migra para o Artesanato, pois o Artesanato acaba sendo uma peça decorativa e faz-se isso porque ele precisa comer.

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O que a Internet tem feito pelas Artes Plásticas no Brasil e no Mundo?
Roseli

Eu penso que a Internet para a Arte Brasileira foi muito significativa, porque hoje o Mundo da Arte está olhando para a produção Brasileira, está olhando para os Museus, Galerias, e para os Sites dos Artistas e das Artes Visuais. Antes nós não existíamos. A visibilidade era dos poucos Artistas que eram convidados para fazer parte da Bienal de Veneza, esse era o Mundo Artístico do Brasil, mas hoje em dia não. Agora o Mundo está interessado nos Brasileiros. Há dois anos atrás eu estive em Colônia, na Alemanha conversando com um Diretor de Arte, pois estávamos com uma Exposição de uma Artista Latino-Americano e ele disse: "Você o conhece como? Aqui nós não o conhecíamos". O que fazem agora? Visitam a Bienal de São Paulo. Antigamente isso não era tão comum assim. O Museu de Guggenheim, na Alemanha que está dando uma reformulada e trocou seu Diretor, ele veio a São Paulo conhecer a Pinacoteca, porque queria ter contato com os Artistas do Brasil.

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Para quem você deseja deixar uma mensagem?
Roseli

A mensagem que eu deixo é para os Artistas Plásticos para que eles não desistam nunca, mesmo com as dificuldades existentes. Não desistam dos seus sonhos, vão atrás e que acreditem em seu trabalho. Não fiquem procurando o que existe lá fora, não sigam modismos, mas façam aquilo que já sabem fazer. É nisto que são bons em produzir e não o que os outros Países fazem.
Importante é aquilo que é daqui, que é Brasileiro e sendo Brasileiro é nosso também.
Acredite, Continue e Persista!
Eu agradeço a oportunidade, espero manter contato com vocês para a troca de idéias e opiniões, até porque o que eu falo e o que eu penso é apenas uma gotinha nesse Oceano imenso que é o Mundo da Arte, é uma pequena visão do que é a Arte e está sempre em transformação.

Foto: GMG
Em uma entrevista descontraída, Roseli ao final manda um recado aos Artistas Plásticos Brasileiros:"...não desistam nunca, mesmo com as dificuldades, não desistam dos seus sonhos, vão atrás e que acreditem em seu trabalho..."


Contato com a Crítica de Arte Roseli Hoffmann
E-mail: roseli_arte2005@yahoo.com.br

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Portal NetBabillons, 09 de Novembro de 2009.

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Roseli Hoffmann Schmitt
Crítica de Arte e Professora Universitária