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Belo Horizonte rende suas homenagens ao centenário de Niemeyer, comemorado no dia 15

Apaixonados pela arquitetura no mundo todo celebram neste sábado os cem anos de um dos maiores expoentes dessa arte no século XX. Oscar Niemeyer tem mostrado que prefere continuar com os olhos voltados para o futuro, mas reserva um lugar especial na lembrança para seu primeiro grande projeto. Belo Horizonte, por sua vez, faz questão de lembrar que foi aqui, na Pampulha, que o arquiteto revelou do que era capaz. Por isso, nesse sábado, a Prefeitura inaugura uma nova exposição para homenagear quem deixou na cidade a marca da história e a mania de olhar sempre para frente.
Inventar e Viver na Casa do Baile
A Casa do Baile abre a mostra "Inventar e Viver: Oscar Niemeyer em Belo Horizonte", neste sábado, dia 15, às 20h, sobre o valor cultural da arquitetura de Niemeyer na capital mineira. Três aspectos do processo de produção da arquitetura - idealização, materialização e apropriação - fundamentam a leitura da obra por meio de textos, fotos e objetos, configurando um percurso que vai da invenção à vida, da imaginação à realidade em vários tempos da cidade. A apresentação das obras se organiza numa perspectiva que permite identificar contradições e tensões existentes entre o projeto do arquiteto, sua materialização na construção edificada e sua apropriação pelos moradores, usuários, cidadãos e pela própria "cidade-cenário".
Publicação traz história da ocupação
O Museu Histórico Abílio Barreto (MHAB) editou o livro "Pampulha Múltipla", que tem como tema o Acervo Operacional da Pampulha. A publicação , que também será lançada neste sábado, na Casa do Baile, aborda as múltiplas faces da região, do século XIX ao século XXI, começando com a ocupação até 1950, passando pela ruptura e expansão (1954 a 79) até chegar à Pampulha na Metrópole. O livro também aborda o lugar dos acervos operacionais na reformulação do MHAB.
Bordando as obras de um gênio
Na sede do Museu Histórico, a mostra "Bordando as obras de um gênio" traz trabalhos da bordadeira Agrineldia Anglides Briel Alves, que relê, em ponto cruz sobre tela, as principais obras do arquiteto modernista no Brasil. A exposição pode ser vista até março. A celebração do centenário de Niemeyer também integra as comemorações dos 110 anos de Belo Horizonte.
Fonte: Prefeitura Municipal de Minas Gerais
14/12/2007



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