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Universalização do acesso à cultura é meta de plano nacional para o setor

O coordenador-geral do Plano Nacional de Cultura (PNC), Gustavo Vidigal, fala sobre o lançamento das diretrizes do PNC, que vão definir a política cultural para os próximos dez anos.
Uma das ações de destaque no Plano Nacional de Cultura (PNC), cujo caderno de diretrizes gerais será lançado hoje (3), na Câmara dos Deputados, é a universalização do acesso à produção cultural. O texto estabelece que as ações práticas para que isso ocorra serão executadas por meio do programa Mais Cultura.
Segundo o coordenador-geral do PNC, Gustavo Vidigal, as diretrizes do plano devem direcionar a política cultural brasileira, mas é o Mais Cultura que assume o papel executivo de destinar recursos ao setor – estão previstos R$ 4,7 bilhões até 2010.
“No caso do acesso, o plano estabelece diretrizes e o programa Mais Cultura, que é o PAC da Cultura, é que aponta as ações para dar resposta a esses problemas que você identifica. A relação entre cultura e cidade está se aproximando cada vez mais. Então, para você fruir a produção cultural, o espaço urbano precisa possibilitar isso também”, disse Vidigal, em entrevista à Agência Brasil.
Questionado se o plano também prevê, no contexto de universalização do acesso à produção cultural, melhorias no transporte público – já que cidades como Brasília distanciam a população menos favorecida dos centros culturais – ele reiterou que esse é um dos desafios que o Mais Cultura deve resolver.
“Brasília é um exemplo interessante, uma cidade que está segregada espacialmente. Então, para você dar resposta ao problema do acesso, você tem que dialogar, necessariamente, com a cidade, com os bairros e o Mais Cultura prevê isso – que é o nosso conjunto de ações de curto, médio e longo prazo”, destacou. (Morillo Carvalho)
Fonte:Agência Brasil.
03/06/2008


 

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