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Abertura

Governadora abre a XII Feira Pan-Amazônica do Livro 2008

Homenagens, música clássica e dança japonesa na abertura oficial da XII Feira Pan-Amazônica do Livro, nesta sexta-feira (19), no auditório do Hangar. O anúncio da abertura do grande evento literário do Norte do País e um dos mais importantes da América Latina foi feito pela governadora do Estado, Ana Júlia Carepa, que também visitou alguns espaços do evento no Centro de Convenções, junto com o secretário de Estado de Cultura, Edílson Moura. Além da governadora e do secretário, participaram da mesa da solenidade a secretária de Educação Iracy Gallo, o cônsul Geral do Japão em Belém, Hiroyuki Ariyoshi e o vice-presidente da Câmara Brasileira do Livro, Bernardo Gurbanov.
Enquanto as autoridades e visitantes da feira chegavam, a atração ficou por conta da Banda Sinfônica da Fundação Carlos Gomes, que tocou sucessos eruditos nacionais e internacionais. Logo em seguida, o público ouviu, de pé, o Hino Nacional do Japão, seguido do Hino Brasileiro. Outro momento emocionante foi quando o Coro Carlos Gomes, regido pela maestrina Maria Antônia Gimenez, cantou para os presentes e recebeu de Ana Júlia Carepa - que desceu do palco para cumprimentar os membros do coral - a homenagem do Governo do Estado à premiação na 5ª Olimpíada Mundial de Coros (World Choir Games), na cidade de Graz, na Áustria. O Coro paraense foi o único representante do país no evento, realizado entre os dias 9 e 19 de julho, com a participação de 92 países e mais de 10 mil coralistas.
Para a governadora, a feira é o local de encontros de culturas. “É com grande satisfação que venho participar da Feira do Livro, pois fico feliz em homenagear esse povo irmão e trabalhador que é o povo japonês”, afirmou. “Serão dez dias de feira e fico feliz por levar mais leitura e conhecimento ao povo do Estado”. Já o secretário Edílson Moura, falou das inovações deste ano. “A nossa primeira inovação foi atender a um desafio da própria governadora, para que não fizéssemos a Feira apenas aqui em Belém”, reiterou. “Por isso, criamos os Salões do Livro, que foram sucesso de público em Tucuruí e Santarém, reunindo mais de 50 mil pessoas”.
Descentralização - Ana Júlia Carepa completou dizendo que a proposta dos salões se aliam à uma promessa de governo de estadualizar as ações do executivo. “Os salões fazem parte das nossas metas de cumprir as ações para descentralizar os projetos de governo. Seremos em breve, a maior Feira do Livro do país, se juntar todos os salões nos municípios”. Para a governadora, se juntar todos os salões que acontecerão até 2011, a Feira Pan-Amazônica se tornará a maior do Brasil.
Outro ponto destacado pela governadora foi o Cred-Leitura, onde mais de 12 mil servidores da educação vão poder usar o bônus para a compra de livros e materiais didáticos nos estandes da feira, Só para esta edição da feira, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), vai investir R$ 1,8 milhão no programa. “Investir no servidor é investir na qualidade de ensino”, afirmou.
Homenagens - Edílson considera que o Hangar deve ser um espaço de congregação entre o melhor da literatura nacional, mas também dos autores locais. “Contamos com grandes autores nacionais, mais também valorizando os artistas paraenses, através de lançamentos de livros, debates, oficinas e várias outras programações de estímulo à leitura”, explicou. Edílson falou também sobre os homenageados deste ano. “A chegada do povo japonês no Pará desenvolveu a nossa economia e a nossa cultura, por isso a homenagem é mais que justa”, opinou.
“Não poderíamos deixar também de homenagear um dos nossos maiores escritores, para que as novas gerações pudessem conhecer Antônio Tavernard, em todo o seu talento e ecletismo”.
O secretário lembrou que, este ano, a montagem, comercialização e ambientação dos espaços da feira será da Organização Social Via Amazônia, que também administra o Hangar. Com isso, o Estado do Pará gerenciará todos os aspectos da feira, desde a organização até os recursos do evento. “Agora, a organização da Feira do Livro é feita por uma administração paraense, valorizando a mão-de-obra local”.
O Cônsul japonês Hiroyuki Ariyoshi sublinhou que este evento é mais um que envolve a integração entre o povo brasileiro e o japonês. “Espero que esta feira seja um estímulo para que as crianças possam se tornar novos leitores”. Nesta sexta-feira também foi aberta a exposição japonesa “100 Anos de Imigração”, com curadoria de Admilson Oliveira. A governadora Ana Júlia Carepa conheceu os espaços da feira - como a Cidade dos Livros - destinado às crianças de 3 a 12 anos, para incentivar a leitura. (Fábio Nóvoa)
Fonte: Governo do Estado do Pará
20/09/2008

 

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